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A POLÊMICA DO AMÁLGAMA

O MOTIVO DESTE ARTIGO

Esta página foi criada tendo em vista a polêmica que se criou em torno das restaurações à amálgama e aos inúmeros questionamentos a esse respeito que meus clientes vem fazendo há mais de uma década.

O dente está ligado, por meio de sangue e nervos, ao coração e ao cérebro de uma pessoa. A saúde dos dentes e da gengiva está relacionada com a saúde do corpo inteiro. Por causa disso, a separação que geralmente se faz entre odontologia e medicina não é razoável, nem saudável.

Os cuidados com dentes e gengiva — tanto preventivos quanto curativos — deveriam fazer parte – essa é a minha opinião -  dos conhecimentos de todo agente de saúde.

 

ADA

A Associação Dental Americana (ADA é a sua sigla - em inglês) é uma associação profissional americana criada em 1859 que tem mais de 155.000 membros. Com sede em Chicago, a ADA é a maior associação do mundo e a mais antiga associação nacional dental e afirma ter a intenção de promover a saúde bucal do público de todo o mundo. Nos Estados Unidos da América a ADA representa a profissão de dentista.

A ADA tem afirmado que quando o mercúrio está combinado com os metais usados na amálgama dentária, suas propriedades tóxicas tornam-se inofensivas”. Se isso fosse verdade, seria um milagre. A amálgama consiste numa mistura de mercúrio, prata, estanho, cobre e traços de zinco. O mercúrio é um metal pesado venenoso, mas a amálgama é um material muito fácil de manusear e, portanto, continua a ser usada (há mais de um século).

Em 1859, a ADA foi fundada – principalmente para promover o uso da amálgama de mercúrio como um material de preenchimento de dente desejável e seguro. Nenhum teste foi feito na ocasião. Nenhum estudo. Nada. A amálgama foi promovida por ser fácil trabalhar com ela. A razão do uso de mercúrio nela é que o mercúrio serve para “dissolver” os outros metais e tornar o conjunto homogêneo. Isso permite que a metalurgia da amálgama seja feita a frio (outros materiais ou ligas metálicas necessitam serem fundidos, no laboratório, para tomar a forma necessária e, a seguir, serem cimentadas no dente). Seria realmente um milagre se você pudesse usar uma das substâncias mais tóxicas conhecida pela humanidade sem nenhum efeito danoso. Numerosos estudos feitos nos anos 1970s e 1980s provaram conclusivamente que o mercúrio das obturações (primariamente do vapor de mercúrio criado quando nós mastigamos) consegue penetrar no corpo, indo se alojar em nossos pulmões, coração, estômago, rins, glândulas endócrinas, trato gastrointestinal, tecido da mandíbula e em nossos cérebros.

Em vista dessas provas irrefutáveis, a ADA mudou sua defesa (também sem fazer nenhum estudo): “Bem, talvez algum mercúrio consiga penetrar no corpo, mas em níveis tão pequenos que ele não tem qualquer efeito na nossa saúde.” Novamente, seria um milagre se isso fosse verdade. Infelizmente, não é verdade. Como muitas outras substâncias tóxicas, o problema real com o mercúrio é que ele é um veneno que se acumula. O corpo absorve uma porcentagem significativa do mercúrio que penetra nele.

Apenas para citar um exemplo de uma legião de indivíduos que se insurgiram contra a amálgama reportamos que em uma audiência pública, 30 pessoas testemunharam a favor e contra o uso de amálgamas. Jessica Kerger, uma advogada, disse que era uma criança saudável até que começou a ter amálgamas. Conforme foi ficando mais velha, ela enfrentou vários problemas de saúde e uma variedade de diagnósticos. Mais tarde, ela descobriu que tinha envenenamento por mercúrio. Agora, após o tratamento para o excesso de mercúrio em seu corpo, Jessica culpa os enchimentos de mercúrio e pede ao FDA para se livrar deles.

Enquanto outros também afirmaram que o mercúrio causou problemas de saúde tais como perda de memória, problemas de visão, abortos e paralisia, muitos profissionais da área odontológica pediram que as restaurações de amálgama permanecessem.

Iniciativas já foram realizadas, principalmente na Suécia e na Alemanha. Em 1998, o governo sueco decidiu suspender o reembolso do uso de amálgama para 1999 e prever a proibição total para 2001. Em 1997, a Alemanha chegou a contra-indicar oficialmente o uso de amálgama a menores de 6 anos, gestantes e lactantes, bem como a pacientes com problemas renais.

Os organizadores do encontro no Parlamento Europeu defenderam a eliminação programada do uso de amálgama no tratamento de dentes, visto que os riscos comprovados são suficientemente graves para a população. Eles consideram que o primeiro passo a ser dado pelas autoridades de saúde deve ser a divulgação de uma lista rigorosa de contra-indicações.

 

CONTRA-INDICAÇÕES

O mercúrio é um dos metais mais tóxicos que conhecemos – mais tóxico do que o chumbo que já é muito tóxico. Existe forte evidência de que o mercúrio diminui as contagens de células-T. Somente isso implica as obturações de amálgama com câncer, doenças auto-imunes, alergias, supercrescimento de cândida e esclerose múltipla.

Também foi mostrado que o mercúrio interfere com a capacidade do sangue transportar oxigênio – na realidade podendo diminuir a capacidade de transportar oxigênio pela metade. Isto pode levar, em muitos casos, à fadiga crônica.

O mercúrio também tem uma afinidade com os nossos cérebros e está envolvido com tumores no cérebro e demência (loucura).

O mercúrio também tem afinidade com o tecido fetal – alcançando níveis mais elevados no feto do que na própria mãe – o que pode implicar o mercúrio com os defeitos de nascença.

Um estudo de cadáver mostrou a relação clara entre o número e o tamanho das obturações de amálgama e o teor de mercúrio no cérebro e nos rins. O mercúrio se alastra também através da raiz do dente para todo o organismo.

 Deposita-se no pâncreas, no fígado e na tiróide. A eliminação do mercúrio depende de vitamina C, zinco e selênio em quantidade suficiente.

Uma das causas da liberação de mercúrio nas obturações de amálgama é a diferença de tensão elétrica entre obturações de amálgama e outros metais, como o ouro ou coroas metálicas. Também ocorrem tensões entre obturações de amálgama e obturações de materiais sintéticos. Na presença de uma solução (na boca, a saliva), passa uma corrente entre diferentes metais. Forma-se um elemento galvânico. O amálgama, menos nobre, é dissolvido e aparece uma corrente elétrica que pode ser medida. Os riscos são encobertos.

 De fato. Os riscos, quase sempre, são negados e banalizados pelos dentistas.

Entretanto, resíduos de amálgamas obtidos nos consultórios dentários não são considerados inofensivos. Quando o amálgama aparece fora da boca, o perigo que a substância representa é repentinamente reconhecido. A mesma substância torna-se um elemento altamente tóxico — uma contradição que deveria ser notada por qualquer pessoa com um mínimo de senso crítico. Substâncias compostas de mercúrio combinam facilmente com as proteínas e outras macromoléculas. São venenos potentes, que destroem enzimas e membranas celulares.

O envenenamento crônico por sais de mercúrio provoca proteinúria (presença de proteína na urina). O metilmercúrio afeta, principalmente, o cérebro. Fetos e recém-nascidos são especialmente vulneráveis. Também o mercúrio elementar pode acumular-se no cérebro. A permanência prolongada de mercúrio no cérebro — mesmo em pequena concentração — afeta os centros de controle motor. Por isso, o cérebro é considerado o órgão crítico para a acumulação de mercúrio.

Repetimos que os dentes são parte do nosso organismo. Quando doentes, podem afetar todos os órgãos. Os dentes podem provocar diversas formas de reumatismo, lesões no coração, nos rins, na pele e, às vezes, até um cansaço generalizado. Quando os dentes são obturados com mercúrio e perdem continuamente este metal, ocorre uma intoxicação geral e crônica do organismo. Essa difusão do tóxico, muitas vezes, provoca uma sobrecarga para o sistema imunológico. Outras vezes, os dentes ficam moles ou a pessoa emagrece ou fica anêmica.

Podem aparecer problemas neurológicos, zumbido nos ouvidos, tremores nas mãos, insônia ou sensibilidade a ruídos. Mesmo quantidades mínimas de mercúrio, que chegam ao organismo durante um tempo prolongado, podem provocar uma série de problemas: dores de cabeça, transtornos da visão, edemas (no rosto, nos lábios, na mucosa da boca, da língua e da garganta), eczema crônico, bronquite asmática, cansaço crônico, menor capacidade de reação, maior necessidade de sono, falta de apetite, cólica intestinal, apatia, falta de memória, depressão, queda dos cabelos, distúrbios reumáticos e digestivos.

É preciso ter muito cuidado com obturação de amálgama em gestantes.

Pesquisas mostram que o mercúrio liberado das obturações atravessa a placenta e alcança o feto, podendo prejudicá- lo. Como os sintomas são comuns, fica difícil apontar uma causa específica.

É claro que existem outros motivos para os distúrbios indicados e uma infinidade de correlações imprevistas. Por isso, a odontologia ainda não se sentiu motivada a deixar o amálgama.

No primeiro mundo, são os próprios clientes que, lentamente, estão derrubando o amálgama. Com isso, abriu-se o caminho para materiais menos prejudiciais à saúde.

 

RELATO DE UM CASO

(O relato que segue foi extraído do site http://www.experienceproject.com/l/pt/s/historias/Meus-Produtos-Para-Obtura%C3%A7%C3%A3o-Dent%C3%A1ria-Me-Envenenou/229690)

Este caso vai ajudar o leitor a entender, através do relato do próprio paciente, com a intoxicação do mercúrio pode se manifestar.

Eu gostaria de contar a história sobre minha experiência com amálgama de mercúrio em minhas obturações dentárias.

Eu tive a primeira restauração quando era um menino de sete anos, devido a um abscesso dentário.

Eu adquiri mais dez restaurações nos vinte anos seguintes, algumas bem grandes.

Como um adulto jovem, eu era muito ajustado psicologicamente, fazendo muito esporte e levando uma vida muito ativa.

O início dos sintomas foi insidioso e, a partir da idade de cerca de onze anos, embora eu não houvesse notado nada de grave ou de errado comigo. Até que eu estava bem aos trinta anos.

Os sintomas se desenvolveram de forma gradual e no início eram sutis, como dores de cabeça e fadiga visual (sem diagnóstico até 1989, o médico estava, portanto, errado, mas sincero!).

Visão dupla e turva, irregularidades gastro-instestinal, asma, , sinusite crônica e aguda, infecções, infecções no peito, arritmias cardíacas, pressão arterial alta,  fadiga crônica, falta de concentração, diminuição do equilíbrio, alterações de humor e alterações de personalidade. Havia mais sintomas, mas estes são os principais.

Eu vivo no Reino Unido, e não podia pagar um tratamento particular. O Serviço Nacional de Saúde é completamente ignorante sobre a possibilidade de hipersensibilidade causada por mercúrio da amálgama para obturação dentária.

Em 1998, as doenças crônicas me forçaram a desistir do trabalho (eu era um professor universitário).

Além de diagnosticar os sintomas evidentes de problemas de saúde como "atípicos" (ou seja, de causa desconhecida), as investigações médicas que tenho sofrido (têm sido numerosos!) elaboraram um laudo em branco.

Depois de muitos anos tentando descobrir o que poderia ter causado os meus problemas, eu cheguei à conclusão de que era provável que fosse um problema de toxicidade. Um pouco mais de pesquisa mostrou-me que a hipersensibilidade ao mercúrio parecia um provável candidato.

Meu médico de clínica geral (médico de família) admitiu que a formação de médicos no SNS não ensina nada sobre a toxicidade do mercúrio decorrente obturações dentárias. Mas ele concordou que, dada a minha história médica, valia à pena considerar minhas restaurações.

Um dentista local concordou em retirar todas as minhas obturações de amálgama e substituí-los com resina de cerâmica branca - embora ele não pudesse fazer isso de graça e como o SNS não cobre este tratamento, eu tive que pagar.

Mi9nhas restaurações foram substituídas em lotes, e depois de cada tratamento, a primeira coisa que notei, após a anestesia, foi que os dentes com restaurações tinha parado de formigar!

Isso foi há dois anos (2006). O resultado mudou a minha vida.

Desde então, minha arritmia cardíaca é consideravelmente melhor, minha pressão baixou, os sintomas de meu cérebro ‘fervendo’ desapareceram completamente, minha visão é muito melhor (e ainda vai melhorar), minha asma está muito melhor, minha sinusite está melhorando (eu também tive a cirurgia para ajudar com isso), meu saldo é quase de volta ao normal, a minha concentração é muito melhor, minhas irregularidades gastrointestinais se foram, e meu humor está de volta, voltei a ser otimista e feliz.

Pelo menos outro site (esqueci o endereço, sorry!) afirmou que o mercúrio vai sendo eliminado lentamente do organismo por mecanismos fisiológicos naturais.

Eu não sou um cientista, então só posso ver estes pontos de vista opostos a partir da perspectiva de um ignorante interessado - mas a falta de verbas levou-me a ir para a remoção do mercúrio em primeiro lugar. Vamos esperar para ver se todos os outros tratamentos serão necessários para restaurar minha saúde.

No meu caso, eu não venho fazendo nenhum tratamento especial com suplementos dietéticos. Só mudei minhas restaurações, mas pode ser relevante que eu sou um vegetariano.

Desde que eu retirei o mercúrio dos meus dentes a minha saúde tem melhorado de forma gradual e cumulativamente, e todos os meus sintomas ou foram reduzidos consideravelmente ou desapareceram completamente. A melhoria ainda é contínua – não tenho idéia se eu vou recuperar completamente, mas ter ido tão longe como isso é simplesmente maravilhoso!

Com 54 anos de idade, mesmo sem ter trabalhado por dez anos e sem fazer esforço em todos estes dias, estou feliz de viver em casa e ser classificado como um "equipamento doméstico" (que é o que minha mulher me chama de brincadeira - e eu nunca discuto com ela!). Nós dois estamos muito felizes na minha melhora acentuada após todos estes anos sem ter tido nenhuma esperança através da profissão médica.

Muitas felicidades.

 

O artigo que segue foi publicado na revista da APCD (Associação Paulista dos Cirurgiões-Dentistas).

TROCAS DE RESTAURAÇÕES

Tenho restaurações escuras (metálicas ou de amálgama) nos dentes posteriores. Vale a pena trocá-las por restaurações de cor branca ou da cor dos dentes?

 A troca de restaurações de amálgama por restaurações da cor do dente deve ser feita de modo consciente. O dentista deve avaliar qual o estado da atual restauração, bem como a presença de cárie. Outro fator a ser avaliado é a prerrogativa do paciente.

Quais os materiais que podem ser utilizados na troca de uma restauração metálica por uma estética?

 Existem, em princípio, duas possibilidades de materiais. O primeiro é a cerâmica (ou porcelana), o segundo são as resinas compostas. A restauração de cerâmica pode ser executada apenas pelo método indireto, isto é, o cirurgião-dentista prepara o dente, molda, e um técnico de laboratório executa, sobre o modelo, o trabalho, que é cimentado pelo dentista. A resina composta tanto pode ser usada pelo método direto, feita diretamente sobre o dente do paciente, em uma única sessão, ou pelo método indireto. A resina composta usada na forma indireta tem uma composição diferente da utilizada na forma direta e é chamada de resina composta de laboratório.

As restaurações em amálgama são realmente tóxicas e, por isso, devem ser trocadas?

 Existe muita discussão sobre o poder tóxico do mercúrio nas restaurações de amálgama. Provou-se que o aumento dos níveis de mercúrio no sangue e na urina pode estar associado à presença dessas restaurações, embora nenhum trabalho tenha conseguido relacionar o desenvolvimento de doenças sistêmicas causadas por mercúrio em pacientes com as restaurações de amálgama.

Quais são o melhor material e a melhor técnica?

 Basicamente, a técnica direta serve para as pequenas restaurações e, quando a área a ser restaurada é muito extensa, a preferência cai sobre as indiretas; entretanto, as mais extensas podem ser feitas de modo direto, dependendo da indicação profissional. Na técnica indireta, a escolha entre cerâmica e a resina dependerá das condições técnicas, da oclusão (mordida) do paciente e também da preferência profissional. Os comportamentos estéticos dos materiais são bem semelhantes.

No momento da troca de uma restauração, é necessário um desgaste maior do dente?

 Não necessariamente. Quando é feita a troca de uma restauração de amálgama por uma de resina composta direta, a cavidade obtida após a retirada do material antigo já é compatível com o novo material restaurador. Contudo, para receber uma restauração indireta, pode ser necessário um desgaste adicional de dente sadio para possibilitar a execução do trabalho. Nas trocas de uma restauração metálica indireta de ouro, por exemplo, dificilmente uma certa quantidade de dente sadio não vai ser sacrificada, pois são preparos com exigências diferentes. Esse desgaste maior do dente de maneira alguma irá prejudicá-lo, pois é feito para permitir uma harmonia entre o material restaurador e o dente.

Uma restauração de material na cor do dente tem a mesma durabilidade que uma restauração antiga?

 Existem, na boca de pacientes, restaurações de amálgama, de ouro e de outros metais em bom estado e com desempenho funcional perfeito há mais de vinte anos, assim como existem restaurações em mau estado feitas há pouco tempo. As técnicas restauradoras estéticas atuais são relativamente novas se comparadas com a do amálgama e a das restaurações metálicas indiretas. Todavia, já temos acompanhamento clínico com excelentes resultados de restaurações estéticas. A durabilidade de uma restauração depende de uma série de fatores, alguns diretamente relacionados com o cirurgião-dentista e muitos outros com o paciente, como por exemplo, o capricho e cuidado com a higiene oral diária.

Dentes manchados por uma restauração de amálgama podem ser corrigidos com a troca?

 O amálgama libera, ao longo do tempo, produtos que podem manchar o esmalte dental deixando-o acinzentado. Nesses casos, a troca melhora muito o problema estético sem, contudo, resolvê-lo completamente, pois seria necessária a retirada completa desse esmalte manchado para se conseguir uma perfeita solução estética.

Como é feita a manutenção das restaurações estéticas?

 A manutenção das restaurações estéticas está inserida no contexto de manutenção da saúde bucal do paciente. O controle da higiene bucal, as profilaxias periódicas, como também as reavaliações clínicas do estado das restaurações prolongam a vida útil desses trabalhos. Pequenos reparos de possíveis falhas como manchamento superficial e pequenas fraturas podem ser realizadas com facilidade pela mesma técnica adesiva usada na confecção das restaurações estéticas.

Eis um caso de trocas de restaurações muito bem sucedido.

 

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