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O que é Odontopediatria?

A odontopediatria é o ramo da odontologia que cuida da saúde bucal das crianças.

Entre os fatores que induzem o paciente adulto a evitar ou protelar o tratamento dentário está o medo. De fato. Hoje sabemos que o grande medo que as pessoas têm de enfrentar a cadeira do dentista é devido às experiências negativas que tiveram quando crianças.  Por esse motivo, o trabalho do dentista que atende crianças é tão importante, já que uma de suas funções (com certeza, uma das principais) é trabalhar o emocional da criança ajudando-a a superar o medo e a aceitar o tratamento dentário sem estresse e sem deixar traumas (que é uma das condições necessárias para que o indivíduo tenha um futuro promissor com relação à sua saúde bucal).

Portanto, o tratamento odontológico para crianças requer cuidado especial. Os pequenos precisam de maior atenção e psicologia para que a visita ao dentista não vire uma tortura. A falta de tato no atendimento pode comprometer todo o futuro odontológico do indivíduo. O ambiente também deve ser atrativo, ajudando a criança a se sentir confiante e descontraída.

É importante que os pais conversem com o(a) profissional sobre qualquer experiência ruim que a criança tenha tido para que o clínico saiba ajudá-lo a lidar com esse medo e o tratamento ocorra da melhor maneira possível.

São eles os responsáveis pela higiene não só das crianças que já tem dentinhos, mas também dos bebês que ainda não os tem e das gestantes.



A cronologia de erupção dentária e
 o reconhecimento dos dentes infantis pela idade e da idade pelos dentes.

A erupção (nascimento) dos dentes ocorre numa ordem bem definida e a seqüência em que cada grupo dentário começa a nascer ocorre numa idade aproximadamente constante para cada grupo.

Para a dentição decídua (de leite) a seqüência é a mesma para ambas as arcadas (tanto para os maxilares como para a mandíbula). É a seguinte: incisivos centrais ¨ incisivos laterais  ¨ primeiro molar ¨ canino ¨ segundo molar.

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Ao lado os incisivos centrais decíduos, os primeiros dentinhos a se despontarem na boquinha do bebê. Gracinha, né?


Para a dentição permanente a seqüência de erupção já é um pouco diferente entre as arcadas a saber:

Mandíbula: 1º molares ¨ incisivos centrais ¨ incisivos laterais ¨ caninos ¨ 1º pré-molares ¨ 2º pré-molares ¨ 2º molares ¨ 3º molares.

Maxilares: 1º molares ¨ incisivos centrais ¨ incisivos laterais ¨ 1º pré-molares ¨ 2º pré-molares ¨ caninos ¨ 2º molares ¨ 3º molares.

 

Conhecendo-se a idade e a seqüência em que ocorre a erupção de cada grupo fica fácil saber quais os dentes presentes na boca de uma criança são de leite e quais são permanentes (e isso interessa, em muito, também aos pais).

Por outro lado, sabendo-se quais os dentes são de leite e quais são os permanentes (isso pode ser verificado através de radiografias), fica fácil estimar a idade aproximada da criança.

As figuras a seguir ilustram bem esse fato. Essas figuras permitem aos pais determinarem, em seus filhos, quais são os dentes de leite e quais são os permanentes:

 


 Repare, pela figura acima, que, a criança ao nascer, já possui dentinhos com início da calcificação ainda que nem tenham iniciado a erupção; e que os primeiros dentinhos de leite começam a aparecer na boca do bebê aproximadamente aos seis meses de idade. Durante a fase em que só tenham nascidos os dentes de leite temos a dentição decídua (aproximadamente dos seis meses até os seis anos). 




Aos seis anos começa irromper o primeiro molar permanente
. Desta fase até que todos os decíduos tenham se esfoliado (caídos) temos a dentição mista (dos seis aos dez anos aproximadamente) e, a partir daí, dentição permanente
.  
 

O vídeo a seguir dramatiza a seqüência de erupção de todos
 os dentes. Na parte inferior do vídeo o leitor verá a idade, em que se sucede os acontecimentos, em meses. Para melhor assimilação seria interessante que se parasse o vídeo para ir comparando o filme com as imagens das duas figuras acima.


 

Por que é importante a gestante fazer o pré-natal odontológico?

Seria muito interessante que a mulher que planejar ser mãe fizesse um tratamento dentário completo antes de engravidar. Isso porque muitas terapias dentárias exigem o consumo de medicamentos tais como antiinflamatório e antibiótico. Ora, sabe-se de longa data que qualquer medicamento está totalmente contra-indicado nos primeiros três meses de gravidez e que, sendo possível, deve ser evitado durante toda a gravidez. Um tratamento completo, antes de a futura mamãe engravidar, faria com que os retornos da mulher ao dentista, durante a gestação, ocorressem somente para fazer a profilaxia (o que não exige o consumo de medicamentos). Isso sem contar que infecções dentárias e gengivais podem até mesmo induzir o parto prematuro, como está atualmente bem evidenciado e documentado. Daí a importância do pré-natal odontológico. E é durante o pré-natal a gestante receberá medidas preventivas para seus dentes e gengivas. Caso haja muita necessidade, será realizado o tratamento odontológico a fim de restabelecer sua saúde oral. Além disso, a gestante receberá orientações de promoção da saúde oral para seu bebê. 

Quando deve ser a primeira consulta ao odontopediatra?

Como vimos acima a mãe deve procurar um profissional antes de engravidar ou, se isso não se deu assim, logo que engravidar. Já o bebê, nos primeiros meses, antes mesmo de começar a nascerem os primeiros dentinhos. A higiene da boquinha do bebê dever ser executada desde os primeiros dias de vida e o profissional é quem vai ensinar a mãe como proceder. Em resumo, o ideal é que ocorra o mais cedo possível. 

Como preparar meu filho para a primeira visita ao dentista?

Crie uma imagem agradável do dentista para seu filho adquirir confiança nele. Transmita sempre uma atitude positiva e nunca utilize idéias negativas (medo, dor, motor, injeção, etc). Uma consulta agradável em um ambiente amistoso ajudará o estabelecimento de um vínculo afetivo com o dentista. 

Procure um profissional que goste de crianças. Familiarizando a criança ao consultório, passando um sentimento de segurança e bem estar é tudo o que você precisa para que seu filho fique tranqüilo e seja saudável.

Por que o bebê e criança devem freqüentar (e não apenas ir uma vez) o dentista?

Pelo que já foi dito, o tratamento odontológico preventivo inicia desde a fase de bebê e prossegue até o final da adolescência com consultas marcadas de acordo com a necessidade individual. A saúde oral é parte integrante da saúde do indivíduo, por isso requer cuidados precoces. Quanto mais cedo iniciarmos a consultas de promoção de saúde, mais efetivos serão os resultados e melhor será a adaptação ao consultório odontológico.
A odontologia fornece condições de medidas preventivas, diagnóstico e tratamento precoce das doenças e alterações orais. Caso não haja uma freqüência adequada ao dentista, poderão passar sem o correto diagnóstico algumas alterações na gengiva, bochechas, lábios, língua, dentes, arcos dentais e articulações (ATM). É freqüente também o atendimento dos traumatismos orais nesta fase, que poderão ter seqüelas tanto para os dentes de leite, quanto para os dentes permanentes.


Como fazer para que meu filho goste de ir ao dentista?

Comece cedo, enquanto nenhum problema tiver se instalado e nenhuma emergência mal resolvida. Daí a importância de se levar a criança ao profissional nos primeiros meses de vida. As orientações de um odontopediatra com certeza serão de valor e o contato do dentista com o pequenino criará a confiança que a criança deverá sentir pelo clínico. 



Qual a importância de cuidar dos dentes de leite (dentes decíduos) se eles cairão de qualquer forma?

Os dentes decíduos permitem que o bebê e a criança mastiguem corretamente, ajudam na fala e deglutição. Estes dentes também guardam espaço e servem de guia para a erupção dos dentes permanentes (a perda prematura destes elementos pode ocasionar sérios problemas ortodônticos), estimulam o correto desenvolvimento e crescimento dos arcos dentais e articulações (ATM). Dentes perfeitos e saudáveis permitem que a criança sorria, contribuindo na sua socialização.




Eu ouvi dizer que a gestante deve evitar ir ao dentista, mas acima foi dito que ela deveria tratar-se. Afinal, a gestante pode receber tratamento odontológico?

Sem dúvida que sim. Pode e deve! Em qualquer idade gestacional, ela poderá ser atendida, embora o segundo trimestre seja o momento mais oportuno para fazer tratamento curativo (por exemplo, tratamento de cárie) porque, nessa fase, ela se encontra num período de maior estabilidade. No pré-natal a futura mamãe será orientada individualmente pelo dentista quando retornar.

Existem riscos quanto à anestesia local?

Não existe desde que o dentista conheça o efeito dos anestésicos e as alterações que ocorrem durante a gravidez. As gestantes podem apresentar uma elevação da pressão arterial e isso deve ser levado em conta. O dentista deverá saber escolher o anestésico apropriado.

A gestante pode ser radiografada pelo dentista?

Pode. Mas, no primeiro trimestre (período da embriogênese), as radiografias devem ser evitadas. No caso de tomadas radiográficas serem imprescindíveis, o avental de chumbo, deverá ser utilizado em qualquer fase gestacional (como aliás deveria ser com todos os pacientes).

 

Dizem que, na gravidez, os dentes "estragam" com mais facilidade. Isso é verdade?

Não. O que poderia estragar os dentes seria alguma doença e gravidez não é doença! A gravidez não é responsável pelo aparecimento de cárie e nem pela perda de minerais dos dentes da mãe para formar as estruturas calcificadas do bebê. O aumento da atividade cariogênica está relacionado com alterações da dieta e presença de placa bacteriana pela limpeza inadequada dos dentes. O que ocorre é que muitas mães relaxam na própria higienização bucal porque suas atenções ficam totalmente direcionadas para o futuro bebê e deixam de ir ao dentista pela crença errônea de que não deveriam fazê-lo.


E quanto à gengiva? Ela se inflama com mais facilidade?

A gravidez também não causa inflamação na gengiva. Apesar de haver uma maior vascularização do periodonto, a gravidez só afeta áreas inflamadas e não a gengiva sadia. Mais uma vez: é a presença da placa bacteriana que causa a gengivite.


Existem cuidados especiais para a higiene bucal?

Os cuidados são os mesmos de uma mulher não grávida: limpeza diária dos dentes com uso adequado da escova (para os dentes e para a língua), fio/fita dental e enxaguantes.  A qualidade dessa limpeza é mais importante do que a freqüência. Se houver algum ponto da gengiva com sangramento, essa região deverá ser limpa melhor. Se após 3 dias a gengiva continuar sangrando, a gestante deve procurar a ajuda do dentista.


Eu vi mais acima que, ao nascer, a criança já possui os dentinhos em início de calcificação antes mesmo de nascerem. Quando os dentes do bebê começam a se formar?

Os "dentes de leite" começam a se formarem a partir da 6ª semana de gestação e a se calcificarem a partir do 4º ou 5º mês de vida intra-uterina. Dessa forma, condições desfavoráveis durante a gestação (ex.: uso de medicamentos, cigarros, bebidas, drogas em geral, infecções, carências nutricionais etc.) podem trazer problemas nos dentes em fase de formação e mineralização.


Existe algum fortificante para ser tomado a fim assegurar uma boa dentição para o futuro bebê?

Os "fortificantes" estão numa alimentação balanceada, constituída por diferentes grupos de alimentos (carnes, frutas, legumes e verduras, cereais, leite e derivados). As avitaminoses podem comprometer o desenvolvimento normal dos dentes. Se houver necessidade de vitaminas, o ginecologista será o profissional mais indicado para determinar a prescrição necessária.


E o flúor? A gestante deve tomar visando à dentição do bebê?

Se o domicílio da gestante for servido por água de consumo fluoretada não será preciso tomar comprimidos fluoretados! Pelo contrário, o flúor da água de abastecimento público, quando acrescido de suplementos como, por exemplo, em forma de comprimidos, poderá causar a fluorose! Cuidado porque tem médicos pediatras indicando tais suplementos. Mas, se a gestante estiver consumindo água engarrafada sem flúor para beber e cozinhar; ou se a água do sistema público não contiver flúor, avise o seu dentista, porque ele saberá prescrever suplementos de flúor para a gestante e, após o parto, para o bebê.

 

A amamentação é importante para os dentes do bebê?

A amamentação natural durante o primeiro ano de vida é fundamental para a prevenção de muitas das más oclusões.



 Além da importância afetiva e nutricional,
o exercício muscular durante a sucção no seio favorece a respiração nasal e previne grande e parte dos problemas de posicionamento incorreto dos dentes e das estruturas faciais
.





E então, o que deve a gestante fazer para que bebê tenha bons dentes?

Antes de tudo, ela própria precisa ter saúde. O nível de saúde bucal da mãe tem relação com a saúde bucal da criança. Os pais, particularmente a mãe, determinam muito o comportamento que os filhos adotarão. Os pais deverão fazer a suas próprias higienizações na frente dos filhos pequenos porque estes tendem a imitá-los. Hábitos saudáveis são fundamentais como, por exemplo, hábitos de limpeza bucal e de alimentação equilibrada. Uma boa alimentação significa também evitar a freqüência de produtos açucarados. O açúcar natural dos alimentos é suficiente para a saúde da gestante e o desenvolvimento do bebê.

 

Quando deve ser iniciada a higiene bucal do meu filho?





Esse ponto merece atenção especial.

Engana-se a mamãe que acha que deve se preocupar com a limpeza da boca e dos dentes do bebê só depois que os dentinhos surgem na boca. Pior ainda são as mães que acham que dentes de leite não precisam de cuidados, pois têm vida curta. Muitos não sabem, mas bebês precisam escovar os dentes!

O mais surpreendente: a higiene oral deve ser feita mesmo antes de os dentes nascerem! Parece desnecessário, não é verdade? Afinal, se nem dentes têm, pra que limpar?

Assim como com os adultos, a boca das crianças, inclusive bebês, deve ser higienizada após as refeições. Resquícios dos alimentos – inclusive do leite materno – ficam acumulados na boca, tanto na língua quanto gengiva e bochechas. Isso leva a um conseqüente maior acúmulo de microorganismos, que se alimentam desses restos. Para os bebês mais novos, como os recém-nascidos, eles aumentam o risco de infecções, como o sapinho (causada por um fungo). Com o nascimento dos dentes, a cárie passa a ser uma ameaça. Sim, bebês podem ter cáries. E a maior incidência é no grupo de bebês que tomam mamadeira com açúcar antes de dormir, sem fazer higiene depois. Dentes-de-leite comprometidos podem dar origem a dentes permanentes mal formados.

A higiene para bebês pode ser feita satisfatoriamente com gaze (ou a ponta de uma fralda) molhada em água filtrada e em temperatura ambiente. Passe no interior da boca suavemente, limpando a língua, as bochechas e gengivas.

 



O ideal é que o bebê não esteja completamente deitado, pois esta é uma posição que favorece engasgos e infecções de ouvido – a posição deve ser evitada inclusive para a amamentação. Mantenha o bebê no colo ou mesmo deitado com um travesseiro ou almofada, de forma que a cabeça esteja em uma posição mais elevada que o corpo.

Logo que os primeiros dentinhos nascerem deve-se usar, no lugar da gaze, uma escova dedeira e o fio/fita dental.








Com o tempo deve-se mudar da escova dedeira para uma escova infantil. O primeiro passo para realizar a higiene adequada na boca de seu filho é escolher a escova de dentes ideal. Existem modelos específicos para cada idade (veja figura abaixo). 





Eles levam em consideração o tamanho da boca, a quantidade de dentes provável e o tipo de dentição (dentes-de-leite ou permanentes). Têm cerdas macias, cabeça pequena e pontas arredondadas. As decoradas podem ajudar a estimular a criança a aceitar a escovação.

Se precisar, ajude mantendo a boca aberta com sua mão. Faça o bebê segurar a escova junto com você; assim, ele já começa a aprender os movimentos realizados.

Crianças que estão se tornando mais independentes podem, em um primeiro momento, escovar os dentes, sozinhas, mas, em seguida, um dos pais devem escovar novamente seus dentes, para assegurar que a higiene seja completa.

Os movimentos da escovação devem ser os mesmos do adulto, (veja higienização) limpando dente por dente, além das bochechas, gengivas e língua.

A pasta de dente, ou creme dental, deve ser utilizada somente a partir do momento em que a criança compreenda e consiga realizar o bochecho e não engolir a pasta. O uso de creme dental só deve ser usado sob orientação profissional, que indicará quando e qual creme usar, já que para os pequenos não pode conter flúor devido à imaturidade da deglutição - a criança ainda não está suficientemente preparada e pode engolir todo o flúor que, em excesso, pode fazer mal à saúde dos dentes permanentes.

Mesmo as outras pastas de dente infantis sem flúor podem fazer mal à saúde quando ingeridas em excesso. Além disso, crianças dessa idade também devem usar o fio dental.


Quando devo começar a usar creme dental com flúor na escovação da minha criança?

Quando sua criança souber cuspir. Flúor é seguro e necessário para manter os dentes fortes, mas somente em níveis apropriados. Crianças de tenra idade tendem a engolir quantidades excessivas de creme dental, e isto pode levar a flluorose, que causa a descoloração dos dentes. E lembre-se, mesmo que a sua água seja fluoretada, é necessário utilizar creme dental com flúor. Flúor é necessário tanto em forma "tópica" - como creme dental, quanto em forma "sistêmica" - como água ou suplementos de flúor.


Os dentes de leite podem ter cáries?

Sim. A cárie de mamadeira (uma severa modalidade de cárie rampante) é um mal que acomete cerca de 60% das crianças de até três anos de idade e que pode ser evitada com algumas atitudes: a cárie de mamadeira é provocada principalmente pela alimentação noturna da criança (seja o leite materno ou não) seguida do sono sem a devida higienização.

 

 

 

A saliva tem uma ação protetora dos dentes e ajuda a manter a boca limpa, mas durante o sono, a quantidade de saliva diminui, favorecendo a rápida instalação da cárie.

A cárie de mamadeira provoca muita dor e ataca todos os dentes da criança em um curto espaço de tempo, provocando mau hálito, deficiência na mastigação e na fala, além de ficar com uma estética feia. Se a mamãe observar manchas brancas opacas nos dentinhos do seu filho, leve imediatamente ao dentista. Essa machinha é o início da cárie.

Outros fatores que provocam a cárie de mamadeira são o uso excessivo de açúcares na alimentação da criança e o hábito que algumas mamães têm de adoçar a chupeta para acalmar o bebê e fazê-lo dormir.

Como a cárie é ima doença infecciosa, isto é, passa de pessoa para pessoa, evite assoprar a comida da criança, dividir o mesmo talher ou beijar a sua boca (selinhos), pois se estiver com cárie, pode contagiar a criança.



Lembre-se sempre que a boa higienização oral desde bebê é um bom começo para uma dentição saudável no futuro.


Mas se eu olhar a boca de meu filho conseguirei ver se ele tem cáries?

Quando os pais conseguem detectar problemas, geralmente eles já estão instalados há muito tempo, e a destruição já é acentuada. É comum termos que tratar os canais de dentes-de-leite. Para se prevenir essas ocorrências o melhor é fazer uma consulta preventiva no odontopediatra. No pré-natal odontológico essas possibilidades e a data da consulta serão esclarecidas.

Para prevenir as primeiras cáries:

1. Evite alimentação durante a noite, tal como trazer o bebê para a sua cama e permitir que ele se amamente a vontade. O leite pode "permanecer" na boca da criança e causar a formação continua de ácido ao longo da noite. 2. Este ácido leva à formação de cárie.

3. Evite deixar o bebê passear com uma mamadeira.

4. É recomendado que você encoraje sua criança a beber em copo já no seu primeiro aniversário.


Existe desconforto para o bebê quando nascem os primeiros dentinhos?
Neste período, o bebê pode babar excessivamente, ficar irritado ou inquieto, levar as mãos à boca e mastigar qualquer objeto que esteja ao seu alcance. Para melhorar este desconforto, podemos oferecer alimentos mais duros e mordedores de borracha para massagear a gengiva. O bebê pode apresentar as fezes mais fluídas e ficar febril. Somente diarréia ou temperatura acima de 38ºC são anormais.

E os selantes?  
Eles são uma capa de resina protetora que reduz muito a chance de cárie. Para aplicá-los na dentição decídua, devemos acostumar a criança aos procedimentos logo cedo, pois precisaremos de um mínimo de colaboração para que o trabalho seja realizado com perfeição (veja maiores detalhes sobre 'selantes' clicando em  aqui).

 

Em caso de necessidade quando devemos iniciar o tratamento ortodôntico?

O odontopediatra consegue tratar alterações nos arcos dentais através de aparelhos ortodônticos ou ortopédicos ainda na fase dos dentes de leite, sempre considerando a cooperação e maturidade da criança.

 

Dentes de leite têm canais?

Sim, eles são “vivos” como os permanentes, com vasos e nervos. Como a câmara que os contém é muito ampla e as cáries de evolução muito rápida, é comum termos que tratá-los. Sujeitar seu filho ao sofrimento de uma noite mal dormida é o que queremos evitar. Focos infecciosos, abscessos e dor, são o reflexo de processos iniciados há muito tempo. 





Além disso, a perda de um dente traria muitos transtornos, como a falta de espaço para os permanentes. A criança vive muito melhor sem problemas estéticos e de saúde.


Tudo bem se minha criança chupar o dedo polegar?

A sucção do polegar é o processo de sugar o polegar para gratificação oral. É um desejo forte em bebês e uma atividade normal com a ocorrência de pico por volta dos 2 anos de idade. Se a sucção do polegar continuar após os 4 anos de idade, pode ocorrer a má oclusão dos dentes (contato anormal entre os dentes da arcada superior e da arcada inferior).


A sucção do polegar é a fonte principal de prazer do bebê. Os estudos concluíram que a sucção não associada com a alimentação, resulta em ganho de peso em bebês prematuros e diminuição do choro. A sucção do polegar é mais freqüente quando a criança está com fome ou cansada.

Alguns pais se preocupam com a sucção do polegar e até tentam impedir o bebê ou a criança. Na maioria dos casos isso não é necessário. Se a sucção do polegar persistir, e a criança estiver desinteressada e apática, a situação deve ser investigada. Isso pode ser resultante de depressão, tédio, isolamento, ou problemas entre a criança e os pais. A má oclusão pode ocorrer se a sucção do polegar continuar após os 4 anos de idade ou até que os dentes permanentes saiam.

Não há um tratamento definitivo para a sucção persistente do polegar, mas, entre diversas opções registradas, citamos:

1. Fechar um acordo (faça um acordo mútuo de metas e recompensas)

2. Aparelhos dentários (provavelmente a opção melhor e mais eficiente)


Tudo bem se meu bebê usar a chupeta?

É tão comum em nossa sociedade que uma das primeiras coisas a associarmos à imagem do bebê seja a fralda, o berço, e, principalmente, a chupeta.

A nossa cultura passa de geração para geração, a informação de que a chupeta é um excelente calmante para as crianças, com isso é quase impossível conhecermos mães que não tenham dado, pelo menos uma vez, chupeta aos seus filhos, mas será que o seu uso pode trazer desvantagens ao desenvolvimento da criança?

Após anos de pesquisa na área de odontopediatria, foram descobertas as conseqüências do seu uso prolongado, ou seja, mais do que os três anos de idade. As principais desvantagens observadas foram:

 

1- Crianças passaram a preferir a respirar pela boca, diminuindo o desenvolvimento dos ossos da face e interferindo na postura reta do corpo, etc;

2- Mau posicionamento dos dentes de leite, que são os responsáveis por orientar o nascimento dos dentes permanentes;


3- A arcada dentária em forma de arco (encaixe da chupeta);

4- Deglutição atípica, que seria o ato de engolir numa posição inadequada, prejudicando a dentição, etc;

 

Entre as principais desvantagens, está na chupeta como reservatório de bactérias. Esta deve ser higienizada uma vez ao dia, colocando-a para ferver por 5 minutos ou colocar a chupeta mergulhada num recipiente com 2 copos de água com uma colher de sopa de cândida (cloro), deixando repousar por no mínimo 6 horas, depois lave bem em água corrente e certifique-se de que não há mais nada dessa solução de cândida na chupeta.

Existem diversos modelos de chupeta no mercado sendo que 60% são inadequadas para o uso, existem alguns modelos importados e alguns raros nacionais que são as chupetas ortopédicas


 

Estas minimizam as conseqüências negativas de seu uso, pois possuem uma melhor adaptação à boca da criança dificultando o desenvolvimento da respiração bucal, mas, ainda sim, deve ter seu uso descontinuado após os três anos de idade.

Se a criança tem menos de três anos e a chupeta estiver sendo usada, então, calma mamãe!  Não precisar sair correndo e tirar de uma vez a chupeta da criança, já que estudos nos dizem que a criança cria um laço de carinho com a chupeta e parar bruscamente, contra o seu desejo e entendimento, pode gerar algum tipo de trauma psicológico. Portanto, mamãe, para o bem estar de seu filho ou nunca apresente a chupeta a ele ou se ele já está usando e não tem a mínima intenção de parar, segue algumas dicas para cessar, sem traumas, esse hábito nocivo:

 

1-Converse com a criança explicando que já está na hora de largar a chupeta porque “a menina já está se tornando uma mocinha ou o menino, um homenzinho”;

2-Pegue uma cordinha e amarre a chupeta no berço, longe da televisão e dos brinquedos, assim não é uma proibição, mas uma opção. A tendência é largar a chupeta gradativamente, já que para a criança passa a ser muito “chato” só chupar chupeta longe da diversão;

3-Sempre elogie quando a criança, não estiver usando a chupeta. Isso a deixa mais confiante a dar esse grande passo;

4-Ao dormir tire a chupeta de sua boca, e certifique-se de que a criança está usando o nariz e, não a boca, para respirar. Se for percebida a respiração bucal predominante, converse com o dentista da criança.

5-Nunca proíba agressivamente a criança de fazer uso da chupeta, muitas vezes isso causa efeito contrário;

 

Tenha muita paciência e a certeza de que você estará contribuindo enormemente para o desenvolvimento de seu filho. Apesar de ele reclamar agora, ele te agradecerá muito no futuro.

É indicado fazer um acompanhamento semestral da criança que usa chupeta, desde o momento em que nascem os primeiros dentinhos deve ser feita uma checagem, não somente do posicionamento e da saúde dos dentinhos, mas, também, de seu desenvolvimento crânio-facial e isto também é tarefa do dentista.

  

Criança é sinônimo de muita energia e disposição para as mais variadas atividades. Ser criança é querer descobrir o mundo, aprender a andar e explorar os espaços, aprendizado que envolve um alto risco de acidentes, como os traumas que podem afetar a boca e dentes.

Os traumatismos, seja em dentes de leite ou permanentes, são considerados uma situação de urgência, não só no que diz respeito aos problemas dentários e conseqüências futuras, mas também pela condição emocional da criança.

Quando uma criança cai e quebra (ou avulsiona) um dente, 



normalmente ocorre razoável sangramento porque a gengiva e os lábios, que são tecidos intensamente irrigados, acabam por se cortar. Por isso situações de emergência envolvendo a boca e os dentes quase sempre se transformam em experiências dramáticas para pais e para as crianças. Seria muito útil que os pais soubessem como agir numa situação dessas. Esse tópico visa a dar essa orientação.

As estatísticas mostram que cerca de 14% das crianças e adolescentes passam em algum dia, de alguma forma, por essas situações de emergência. Por isso, é importante estar preparado para se ter a atitude correta num momento desses. Apresentaremos, assim, os traumatismos mais comuns e qual a melhor atitude que deve ser tomada em tais circunstâncias.

Cortes e sangramentos. Quando uma criança sofre um traumatismo que provoca corte ou sangramento, deve-se colocar no lugar, sobre o ferimento, uma compressa de gaze ou pano limpo e pressionar bem, para que o sangramento seja controlado. Muitas vezes, é necessário suturar o ferimento, para que a cicatrização se processe de maneira adequada e, tão logo seja possível, deve-se consultar um dentista.

Os primeiros passos de uma criança. Os acidentes mais comuns que ocorrem na dentição de leite são os que envolvem bebês e crianças que estão aprendendo a andar



O dente amolece em seu alvéolo ou é deslocado de sua posição original, podendo se deslocar para dentro do alvéolo (intruir) ou descer, dificultando o fechamento da boca. O dentista deve ser consultado, para que a extensão do dano seja avaliada.
Muitas vezes, esse dano é maior do que aparenta ser. Freqüentemente, é preciso radiografar o dente e observar por um período determinado. O dentista deve também orientar os pais sobre os cuidados a serem tomados na área afetada, assim como sobre futuros problemas que poderão comprometer a dentição permanente.

Mudança de cor do dente que sofre traumatismo. É comum ocorrer, após 2 ou 3 dias do acidente, uma mudança de cor, um escurecimento da coroa do dente. Essa mudança pode se perpetuar; nesses casos, quase sempre há perda de vitalidade do dente, e um tratamento de canal se faz necessário. Nos dentes de leite, nem sempre uma mudança de cor da coroa significa perda da vitalidade e, em muitos casos, a cor poderá retomar ao seu normal. O dentista deve ser consultado, para ser feito o acompanhamento.

Dente fraturado. É comum a fratura de um ou mais dentes em conseqüência de um traumatismo. Além disso, muitas vezes, pode ocorrer que o nervo do dente se danifique. 





Deve-se sempre consultar o dentista, para que ele possa avaliar a extensão do dano, tratar a fratura e prevenir eventualmente problemas da vitalidade futura do dente. A melhor maneira de se evitarem fraturas nos dentes é preveni- las; assim, no caso de esportes, como andar de bicicleta, andar de "skate", basquete, vôlei, jogos de futebol ou "rugby" e outros esportes coletivos,
é importante o uso de protetores bucais
.

O que é um Protetor Bucal?

Um protetor bucal é um aparelho que se encaixa nos dentes para protegê-los de qualquer tipo de impacto. 





Os protetores bucais devem ser usados sempre que a pessoa participa de atividades esportivas que envolvam a possibilidade de quedas, contatos físicos bruscos ou choques com objetos voadores, tais como futebol, basquetebol, beisebol, rugby, hóquei, skates, ginástica, ciclismo ou qualquer atividade que possa produzir ferimentos na área da boca.

Os protetores bucais geralmente cobrem os dentes superiores e são projetados para evitar a fratura de dentes, corte nos lábios ou qualquer outro dano à boca. Se você estiver usando aparelho ou prótese dentária na arcada inferior, é provável que seu dentista sugira o uso de protetor bucal nos dentes inferiores também.

 

Que tipos de protetores bucais existem? 


Independentemente do tipo, todo protetor bucal deve ser flexível, resistente à ruptura e cômodo de usar. Deve também adaptar-se na sua boca de forma a não restringir a fala ou respiração. Os três tipos de protetor bucal disponíveis no mercado são:

 

Protetores feitos sob medida: São diferentes para cada usuário e feitos pelo seu dentista ou por um laboratório. Por serem feitos sob medida, são extremamente confortáveis e oferecem excelente proteção. Para fazê-lo, o dentista tirará um molde de seus dentes e construirá o protetor em cima do molde. A maioria dos atletas prefere este tipo de protetor, pelo conforto que proporcionam. Mas, não se pode esquecer que infelizmente também são mais caros.

Protetores moldáveis em água quente: Todos os protetores deste tipo têm a mesma forma, que pode ser alterada. Para alterar a forma do protetor, coloque-o em água quente para amolecer e morda o plástico aquecido para conseguir um bom encaixe nos dentes. Este tipo de protetor pode ser adquirido em lojas de produtos esportivos e são mais confortáveis que os protetores comuns. Siga cuidadosamente as instruções para evitar ficar com um protetor que não se ajusta bem a seus dentes.

Protetores comuns: Baratos e pré-moldados, estes protetores são prontos para o uso. Contudo, muitas vezes não se ajustam bem aos dentes e chegam a dificultar a fala e a respiração.

 

Quanto tempo dura um protetor bucal?

O ideal seria trocar seu protetor bucal a cada temporada porque, com o passar do tempo, se desgastam e o coeficiente de proteção se reduz. É importante que os adolescentes troquem seus protetores com certa freqüência porque tanto a boca quanto os dentes estão em fase de crescimento. Muitos esportistas pedem que seu dentista faça novos protetores sempre que fazem a revisão dentária, a cada seis meses.

 

Perda total de um dente. Em certas circunstâncias, como impactos horizontais, é comum acontecer um deslocamento total do dente. 





É essencial que determinadas condutas sejam adotadas imediatamente, para que se aumentem as chances de salvar esse dente. Se o dente for de leite, a colocação deste de volta em seu lugar não é indicada; a probabilidade de sucesso é mínima. No caso do dente permanente, o reimplante é indicado.

Para que se obtenha sucesso no reimplante, é necessário:

01. Manter a calma e fazer a criança morder uma gaze ou um pano limpo, com pressão para que se possa controlar o sangramento.

02. Ache o dente.

03. Pegue o dente somente pela coroa. Não toque na raiz.

04. Resíduos devem ser cuidadosamente retirados do dente com soro fisiológico ou leite morno. Não esfregue o dente.

05.  Coloque o dente de volta no seu lugar (no alvéolo) na boca da criança. Não se esqueça: a parte côncava do dente é do lado de dentro da boca. Faça a criança morder uma gaze ou um pano limpo, para que o dente se mantenha na posição. Procure imediatamente um dentista.

06. Se você não conseguir colocar o dente em sua posição, mantenha-o em uma solução de soro fisiológico ou em leite morno ou mesmo na boca da criança (debaixo da língua) e procure imediatamente um dentista. O resultado final de um reimplante depende muito do período que o dente ficar fora do alvéolo e da conservação do mesmo nesse período. O dente deverá ficar fora e seu alvéolo o menor tempo possível.

O dente reimplantado deverá ser "fixado" pelo dentista em sua posição e ter o seu canal tratado; mesmo assim, com o decorrer do tempo, haverá uma diminuição do tamanho de sua raiz. O tempo médio da permanência de um dente reimplantado na boca é de 1 até 5 anos; muitas vezes, esse tempo é o necessário para que a oclusão se defina e novas condutas possam ser tomadas.

A fratura de um ou mais dentes, em conseqüência de traumatismo (tombos, quedas de bicicleta, skate, colisão, etc.), pode danificar o nervo do dente



Deve-se sempre consultar o Dentista, para que ele possa avaliar a extensão do dano, tratar a fratura e prevenir eventuais problemas de vitalidade que possam ocorrer neste dente.

Quando há a quebra do dente (fratura), tanto nos dentes de leite quanto permanentes, deve-se, se possível, recolher o pedaço quebrado e levá-lo juntamente com a criança, para que o Dentista possa fazer a "colagem" e assim reconstituir o dente com seu aspecto original.

 

Quem sofre mais traumas bucais, meninas ou meninos? Existe alguma estatística que mostre o sexo e faixa etária?

Quanto à idade, nota-se maior incidência de trauma em crianças de 1 a 2 anos de idade, quando estão mais expostas a quedas, coincidindo com a fase de aprendizado do andar e falta de consciência do perigo, ausência de coordenação motora e do reflexo de proteção. Nesta fase, o sexo parece não ter influencia na ocorrência do traumatismo. Na dentição permanente, um aumento de incidência de traumas ocorre entre 6 e 11 anos de idade e nesta faixa etária, a incidência é maior no sexo masculino. Os meninos sofrem duas vezes mais traumatismos na dentição permanente do que as meninas. Na adolescência, por volta dos 15 anos, a incidência de traumatismos volta a subir e os meninos são novamente mais susceptíveis a traumas, talvez devido a falta de limites e cuidados ou excesso de autoconfiança.

 

Em qual época do ano as crianças estão mais suscetíveis a passarem por algum tipo de trauma bucal?

O período de maior ocorrência é aquele correspondente às férias escolares, quando há aumento da prática de jogos e esportes. Já no aspecto de problemas ortodônticos, crianças que apresentam os dentes anteriores inclinados para frente, sem proteção do lábio porque não conseguem fechá-los, respiradores bucais portadores de mordida aberta por hábito de sucção de dedo ou uso prolongado de chupeta, são os principais candidatos ao traumatismo.

 

O trauma bucal costuma deixar alguma seqüela, como manchas e cicatrizes?

Sim. Dependendo da força, do tipo de trauma, da idade da criança e do estágio de desenvolvimento do dente de leite e do dente permanente ocorrem diferentes tipos de seqüelas. Os traumatismos nos dentes de leite podem provocar seqüelas no próprio elemento dental como fraturas, deslocamentos e até perda total do dente, podendo apresentar repercussões como manchas, mudanças de cor do dente, mobilidade, infecção do dente e, até mesmo, necrose da polpa. Estas repercussões devem ser corretamente diagnosticadas com exames radiográficos e clínicos e, se necessário, tratadas.

 

Os traumas no dente de leite podem ocasionar algum problema na dentição permanente?

Devido à proximidade da raiz do dente de leite com o germe dos sucessores permanentes em desenvolvimento, podem ocorrer sérios problemas na dentição permanente, como manchas no dente, alterações de formato, problemas de erupção, malformações, entre outras alterações.

 

Em caso de dente de leite fraturado, qual o melhor tratamento? E no caso do dente permanente?

Atualmente, com a evolução da odontologia estética, já é possível a colagem de um fragmento dentário, técnica com a qual se obtém melhores resultados estéticos em comparação com a utilização de material restaurador. Para obter o sucesso do tratamento, o ideal é localizar o fragmento dental e mantê-lo em uma solução de soro fisiológico ou em leite e o pronto-atendimento.

O que pode acontecer quando o trauma afeta o nervo do dente?

Em todos os casos de fratura deve-se, sempre, consultar o dentista para que ele possa avaliar a extensão do dano, tratar a fratura e prevenir problemas que comprometam a vitalidade do dente.

 

Um trauma bucal pode afetar a gengiva, mandíbula ou maxilar?

Traumas mais violentos podem incluir a fratura dos ossos que seguram os dentes. Nestes casos, geralmente, o paciente é encaminhado ao hospital e lá é atendido pelo cirurgião bucomaxilofacial.

 



 

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